O melhor remédio é manter a saúde!

Ao transitarmos pelas estradas tortuosas do denominado mundo globalizado percebemos que estar vivo é uma benção divina. Em momento algum tivemos que ficar atentos para os inúmeros fatores que interferem de forma marcante no período de nossa existência. Em todo o mundo, somente uma pessoa a cada 10.000 atinge 100 anos de idade, quando a sobrevida prevista pela genética é de 120 anos. Até nos países denominados mais ricos a despedida natural está ocorrendo em torno de 86-92 anos. Como todos, sem exceção, querem viver o máximo e com qualidade de vida, oitenta e seis anos de vida, que pode parecer um exagero, representa apenas 2/3 do tempo real da existência humana. Portanto, a partida está ocorrendo muito cedo e para aqueles que chegam reclamando que atingiram os quarenta ou cinquenta anos, é preciso lembrar que resta muito tempo para viver e de forma útil. Portanto, quem deseja chegar ao momento derradeiro com saúde, disposição, ativo, produtivo e feliz precisa abandonar o atual estilo de vida, cujos pseudo formadores de opinião, induzem em tudo, o consumo pelo consumo. No mundo globalizado à medida que as mulheres ocupam espaço nos negócios, indústrias e demais atividades, as doenças decorrentes da interação com o novo meio ambiente assumem importância crescente no contexto social e econômico, atingindo em determinadas atividades profissionais magnitude alarmantes e semelhantes aos dos homens.


É essencial continuar cuidando da aparência, mas a mulher moderna não pode esquecer de conhecer as minúcias do seu interior, os órgãos, sistemas e as interações entre si. Na atual conjuntura a manutenção da saúde das mulheres nas diferentes faixas etárias reveste-se de grande importância, porque a mulher assumiu de forma consciente, definitiva e irrevogável os novos cargos e importantes funções. Por esse motivo, a estratégia de atendimento médico, no Período do Climatério, tem que ser planejada, padronizada e personalizada com dosagens laboratoriais específicas para os rastreamentos e triagem das doenças que se iniciam no Climatério e apresentam elevada mortalidade (72%) na senilidade. Além dos diferentes cânceres, com o objetivo de separar as medidas que apresentam adequada relação custo/benefício daquelas desnecessárias e contraproducentes focadas na beleza eterna, inexistentes. Como essa consciência é fundamental, para o bem viver; adquirir conhecimentos básicos que devem ser aplicados desde o início do Período do Climatério (40 anos). Assim fazendo estarão propiciando longevidade com baixo custo e certamente uma finitude saudável. O suprimento de saneamento básico para todos, o tratamento de todos os detritos (ar, terra e mar), os rastreamentos preventivos precoces e as campanhas de imunizações se constituem nos mais apropriados investimentos públicos. Em nossa região, os três primeiros deixam a desejar, mas as práticas de imunização que eram restritas as crianças e adolescentes, devido o aumento da esperança de vida representam um importante fator redutor do índice de mortalidade cardío-pulmonar, ósseo, endócrino e psíquico na senilidade. Apesar da maioria dos pacientes serem orientados em esperar a doença se instalar para iniciar o tratamento; ideia que eleva os desdobramentos e as complicações irreversível em todas as pessoas, o ganho final é nitidamente inferior.


Ao receber e escutar as poesias de Vevinha que com os seus 92 anos, com tamanha eloquência revive o grande amor da vida, aos 15 anos, só me resta desejar o mesmo para todas as mulheres que efetuam as suas rotinas preventivas na Climatérium® Ltda, Pioneira nas Três Américas no rastreamento multidisciplinar do Período do Climatério. Essa é a razão que desde 1979 sugiro; determinem pelo resto de suas vidas que é proibido ter preguiça, não ter tempo para efetuar as rotinas básicas; deixar de cuidar dos detritos do meio ambiente; desperdiçar e contaminar a água do planeta e não efetuar os rastreamentos precoces, tratamentos e as imunizações. Assim fazendo, os decênios que lhes restam serão saudáveis e ativos. O exemplo de vida ativa e produtiva é o maior legado e a melhor estratégia de vida. Não viemos ao mundo para morrer de doenças crônicas (Iannetta,O. 1979;1989;1996).


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