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Dr. Iannetta responde…

AS 10 PERGUNTAS

MAIS COMUNS

Separamos as 10 perguntas mais frequentes sobre o climatério, com suas respectivas respostas:

Estou com 45 anos e às vezes tenho a sensação de ter ondas de calor. Devo começar a reposição hormonal?

Antecedendo a reposição hormonal, em todos os casos, e sempre, é necessário confirmar se as ondas de calor se devem a redução brusca dos níveis plasmáticos hormonais ou por outras causas endócrinas.

Sendo confirmada e não havendo contraindicação absoluta ou relativa deve ser exclusivamente prescrito os hormônios com estrutura espacial feminina,

Jamais usar hormônios de origem animal (urina da égua, vaca e porca).

Por 50 anos (1948-1998), por meio século, as mulheres foram dessa forma “tratadas” e ainda muitas o são.

A visão machista, ortodoxa e dogmática não coaduna com os médicos atualizados. Porém, infelizmente, ainda persiste em grandes centros médicos

Estou com 55 anos e parei de menstruar há 6 anos. Quero saber quando as ondas de calor vão acabar?

Ninguém deve tratar as ondas de calor. O médico deve sempre investigar primeiro a causa e tratar de forma individual. Caso a caso. A prezada paciente se encontra atrasada para a realização da efetiva prevenção há 15 anos. Nunca espere as ondas de calor surgirem para iniciar o tratamento, que sempre serão tardios. Da mesma forma esperar parar a menstruação. Como rotina e desde 1979, todas as mulheres a partir de 38-40 anos devem iniciar o rastreamento da reserva folicular ovariana.

Até que ponto podemos usar hormônios durante o período do climatério?

Realizar sempre a reposição hormonal em função dos níveis plasmáticos e do grupo biológico do climatério. O tempo será determinado pela resposta dos receptores hormonais às medicações prescritas. Sem controle da biodisponibilidade antes e durante o tratamento não faça a reposição hormonal.

Quem toma hormônio por muito tempo aumenta a chance de ter câncer?

Não existe na literatura científica um trabalho cientifico com rigor, do tipo duplo cego e grupo controle que tenha comprovado essa absurda desinformação. A mesma tem causado tanto angustia, medo e sofrimento em momento tão conturbado da vida feminina, o período do climatério.

Hoje e possível detectar precisamente quando a mulher está entrando no período do climatério?

Ao realizar de forma simultânea o rastreamento das ferramentas qualitativas ósseas e a análise da reserva folicular ovariana é possível com elevada precisão identificar as pacientes mais susceptíveis que estão iniciando o período do climatério, antes dos 40 anos.

A queda do hormônio feminino no climatério potencializa alterações no cabelo e na pele?

Todos os órgão e sistemas, bem com as suas respectivas funções dependem direta ou indiretamente de vários hormônios de diferentes compartimentos. Rastrear a biodisponibilidade hormonal é imperiosa e revela prudência por parte do profissional.

A visão moderna da medicina não aguarda a doença ocorrer para iniciar o tratamento. Essa é a verdadeira importância da propedêutica subsidiária atualizada, que aplica os novos conceitos

Por que tantas mulheres apresentam desequilíbrio, ansiedade e depressão em torno dos 50 anos?

Na atualidade, o Sistema Nervoso Autônomo (SNA) presente em todos os órgãos e sistemas pode ser modulado por meio de técnicas pedagógicas de fácil assimilação.

Por sua vez, os estímulos cerebrais e os oriundos das estruturas periféricas são integralizados na formação reticular.

Diante de níveis hormonais oscilantes que antigamente não dispunha de recursos para a adequada avaliação, as queixas eram atribuídas a causa emocional em mais de 80% das mulheres no climatério.

Os recursos tecnológicos e científicos disponíveis a partir de 1996 comprovaram que essas queixas são decorrentes da modulação hormonal errática do período do climatério e que está presente em todas as pacientes.

A osteoporose que possuo é decorrente da queda dos hormônios femininos?

Os modernos conceitos atualizados pela National Institute Health (1994), minudenciados em nível molecular, pelo Projeto Genoma (1991-2003) e aplicados na prática diária na AMÉRICA por Iannetta et all., 2006 comprovam que a osteoporose não está relacionada com a deficiência de cálcio, como tem sido divulgado por todos os veículos de comunicação.

Essa informação é na verdadeira uma propaganda enganosa,

A causa da osteoporose é a deterioração da estrutura de sustentação óssea, a proteína óssea, que atualmente pode ser rastreada pela moderna e inovadora tecnologia, o Sistema DBM BOX 4G, sem emissão de radiação, a partir dos quatro anos de idade e por toda a vida em ambos os sexos. O adequado seguimento da biodisponibilidade hormonal, no período do climatério, previne entre 40-65 anos de idade a perda de 42% de estrutura de sustentação óssea. Os raios X de coluna e quadril não possuem recursos para tal.

O que acontece com a estrutura dos ossos no período do climatério?

O ser humano é o único bípede na face da terra. A vida moderna introduziu hábitos, costumes e inúmeras comodidades deletérias a estrutura de sustentação óssea, a proteína óssea. A partir dos 25 anos, se iniciam as alterações nas ferramentas qualitativas. Os pacientes que realizam os exames convencionais de raios-X terão a confirmação em idades avançadas, acima de 65 anos, diante do quadro irreversível. Quando a estrutura de sustentação fica frágil a resistência óssea diminui e surgem as fraturas, na coluna torácica, quadril e punho. Ao dosar os níveis de cálcio detectamos elevado, normal ou baixo. O uso de cálcio não trata o quadro de osteoporose, por ser um estado irreversível. Essa foi a razão, desde 1996, da Climatérium Ltda disponibilizar esse exame moderno, inovador, inócuo e preventiva tecnologia de ponta.

Na atualidade é possível realizar a prevenção da osteoporose?

Ao avaliar no único e específico sítio, as metáfise distais das falanges proximais dos dedos II-V, as DUAS matrizes ósseas (proteica e inorgânica), os TRÊS componentes ósseos (Endostal,Trabecular e Cortical) e o PERFIL BIOFÍSICO ÓSSEO são captados parâmetros que nos informam sobre a QUALIDADE ÓSSEA e o estado que se encontra a ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO ÓSSEA (NORMAL LIMÍTROFE, INADEQUADA ou  DETERIORADA). Essas ferramentas com 50 anos de antecedência identifica os pacientes mais susceptível e, com tempo hábil, impedimos a instalação da temível osteoporose em nossos entes queridos. Para maiores detalhes leiam o livro que atualizou 66 anos de defasagem da medicina brasileira nessa área, intitulado; OSTEOPOROSE UMA EX-ENFERMIDADE SILENCIOSA.  IANNETTA, MARCHINNI, GUERRA JR, 2006.

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