CLIMATÉRIUM

CLIMATÉRIUM® Ltda. Pioneira nas três Américas, 1996.

A mulher madura, acima de 40 anos é acometida por várias Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Uma temível doença, a osteoporose, cuja prevalência em idosos, ocorre acima de 73 anos, causa fratura, por falta do rastreamento da qualidade óssea, desde a adolescência. Ela não discrimina condições socioeconômicas e culturais. O início, em ambos os sexos, coincide com a deficiência progressiva na produção hormonal nas gônadas (ovário e testículo). A manifestação clínica na mulher se acentua no período do climatério (40-65 anos) e, no homem, a partir dos 50-55 anos. Por 80 anos os médicos dispuseram de tecnologias que emitem RX, realizando o diagnóstico quando a doença se encontra instalada em idosos, caracterizando um estado irreversível. A National Institute Health, 1984 desvendou a causa central da Osteoporose e o Projeto Genoma (1991-2003) referendou que, ao longo do desenvolvimento humano, o risco da osteoporose, em idosos, tem início na adolescência. Nesta idade começa a ocorrer a perda na qualidade óssea e como consequência, em idades mais avançadas, acima de 65 anos, ocorre a perda da quantidade óssea, que era detectada usando as tecnologias antigas, denominada “densitometria óssea”.

Tanto a ciência como os médicos não dispunham da avaliação completa e simultânea do tecido ósseo. A Climatérium, 1996, se tornou a pioneira nas três américas ao disponibilizar o inovador exame; ou seja, apto a rastrear as duas estruturas de sustentação: a matriz proteica, a primária, e a secundária, a matriz inorgânica. Como não existia o rastreamento da qualidade óssea, desde a adolescência, era impossível rastrear a matriz proteica e realizar a prevenção eficaz da osteoporose. Porém, estamos num novo mundo, as perspectivas são outras, é possível rastrear a qualidade óssea, desde a adolescência. A inovação científica e tecnologia portadora de Inteligência Artificial-4G e Algoritmo, desde o início da instalação da deterioração da matriz proteica óssea, avalia a evolução do quadro clínico e orienta a introdução dos cuidados necessários. Na atualidade, é possível impedir as fraturas osteoporóticas que surgem em idosos, devido as alterações tardias serem detectadas, acima de 73 anos, pelo exame popularmente denominado “densitometria óssea”. Nos dias atuais, a maioria dos grandes centros médicos do Brasil ainda disponibilizam a “densidade óssea”, em pessoas idosas; que são interpretadas, pelos Raios X de 2? e que ainda é denominado de “padrão ouro” para as fraturas, ou seja, em idades avançadas.

A partir de 1996, passamos a oferecer o padrão ouro verdadeiro (qualidade e quantidade óssea), desde a adolescência. Não faz sentido ficar esperando a doença acometer o idoso, se na atualidade é possível preveni-la, a partir da adolescência. Para saber mais e eliminar dúvidas, adquira o livro: Osteoporose uma ex-enfermidade silenciosa, autoria de Profs. da FMRPUSP e UNICAMP. Odilon IANNETTA,2006.

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